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♥ Mãe e Bebê

Uso profilático de antitérmicos para prevenir febre e dor na aplicação de vacinas

Baby Mandy Mae!

No passado os pediatras se dividiam quando a esta questão e muitos recomendavam a administração prévia de antitérmicos na hora que a mãe saía de casa para levar seu filho para receber vacinas injetáveis ou logo que chegavam em casa.

A questão foi objeto de uma pesquisa recente na República Tcheca em que uma população de crianças foi dividida. A uma metade foi administrado paracetamol antes das vacinas e a outra metade não foi administrado o antitérmico.

A conclusão dos autores foi de que o antitérmico realmente diminui a ocorrência de febre consequente às vacinas. Porém, fazia parte da pesquisa verificar se a resposta imunológica em ambos os grupos era igual. Verificaram que apesar de o antitérmico diminuir a frequência de febre ele também diminuía a resposta imunológica expressa em títulos menores de produção de anticorpos.

Portanto, a regra geral que hoje é consenso em Pediatria é de não se administrar antitérmicos antes dos atos vacinais. Mas, se depois de algumas horas a criança começar a ter febre ou ficar chorona (sinal de dor) nada impede a administração do antitérmico. Portanto, o antitérmico pode ser administrado depois de iniciada a febre ou a dor, que são indicativos de que o processo inflamatório decorrente da vacina já se iniciou. O antitérmico administrado antes das reações da criança provavelmente prejudica a resposta imunológica porque interfere no evento inicial desta resposta, que é o processo inflamatório. A administração do antitérmico depois de iniciados os  sintomas inflamatórios (febre e dor) atua nesses sintomas mas não inibe a progressão da resposta imunológica.

Só existe uma exceção a esta regra de não administração de antitérmicos que é a Vacina Antimeningocócica B. A indicação prévia de antitérmicos consta na bula da vacina. Certamente o laboratório fabricante da vacina observou que esta prática não interfere significativamente na resposta e porque esta vacina se associa com uma frequência relativamente alta a febre e dor. Nos casos em que a vacina contra o Meningococo B for dada simultaneamente a outras vacinas vale a regra geral da não administração prévia de antitérmicos.

Silas Antônio Rosa – CRM 677-RO
Médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, campus de São Paulo (Pinheiros), com título de Especialista em Pediatria e Medicina do Trabalho, Pós-graduação em Saúde Pública, Mestrado em Biologia Experimental e Professor de Pediatria da Faculdade de Medicina da FIMCA. Advogado (OAB 860-RO)

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